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Monday, September 12, 2016

O Monte Shasta e os Mestres de Luz


A História Ignorada – Fevereiro de 2009
POR: Ricardo Gonzalez



Existe um lugar que mexe muito comigo cada vez que o visito: o Monte Shasta. Aquele vulcão adormecido do norte de Califórnia emana uma energia poderosa que prende qualquer um. E não é apenas pela paisagem, tão linda com os seus lagos e bosques de pinheiros, mas por algo mais que se respira no ambiente: seria um santuário da misteriosa Fraternidade Branca.

A montanha dos deuses.

 Místicos e exploradores de diferentes pontos do mundo vêm a Shasta para se interligarem com essa energia que o tornou famoso entre os centros de poder mais poderosos do planeta. Diz-se que é uma porta dimensional para outra Realidade, uma entrada para o mundo subterrâneo e um lugar de iniciação para os novos caminhantes que se introduzem no mistério da Fraternidade Branca. Não esqueçamos que foi aqui onde Sister Thedra, depois da sua estadia no Peru e na Bolívia, com a suposta Fraternidade dos Sete Raios, fundou a sua “Associação Sanat Kumara”.

O Monte Shasta foi o centro de operações das suas actividades a “pedido” dos Mestres invisíveis que a orientavam. Outros grupos espirituais, também tomaram a montanha como sua, ao falar do vulcão como residência de “Mestres Ascendidos” ou de uma cidade Interna chamada Telos, onde as pessoas casam-se e têm filhos. O que é que há, de verdadeiro, em tudo o que se diz e escreve sobre Shasta? Até onde se mistura a realidade com a fantasia?

Porém, o que ninguém põe em dúvida são os fenómenos frequentes que rodeiam esta montanha da Califórnia. Fala-se da observação de luzes brilhantes nos seus arredores, da formação impactante de nuvens lenticulares sobre o cume nevado. Para alguns trata-se de um facto sobrenatural, ou a descrição dos nativos que afirmam ter visto “homens com túnicas brancas” caminhando silenciosamente na neve. Na povoação de Shasta, é natural escutar este tipo de histórias que se remontam a várias décadas passadas. Histórias que falam de uma Humanidade subterrânea, a viver sob a montanha, descendentes de um mundo perdido a que algum escritor chamou MU.

O Monte Shasta é o segundo pico mais alto dos vulcões Cascade Range. Tem 4.316m e o seu cume mostra uma capa branca de neve durante grande parte do ano. Está situado a norte do Estado de Califórnia, a 88Km ao norte de Redding e 64Km ao sul de Yreka, dentro de uma linda reserva natural chamada “Monte Shasta Wilderness”, que por sua vez pertence à “Shasta-Trinity National Forest”. A viagem em automóvel, desde San Francisco, até à povoação de Shasta, que está situada nas encostas desta montanha, demora umas seis horas. Os historiadores pensam que o nome “Shasta” da povoação e da própria montanha, deriva de várias fontes.

Alguns acreditam que poderia ser um derivado da palavra russa, “tshastal”, que significa “branco” ou “puro”. Curiosamente o termo francês “chaste” também significa branco. No entanto a raiz do nome encontra-se, realmente, num vocábulo indígena: “Leka”, que significa “Montanha Branca”. Em qualquer caso o significado aponta para o simbolismo da cor branca, com a sua mensagem intrínseca de pureza e espiritualidade. Além de que “Shasta” foi reportado como o nome de uma tribo índia que no ano 1840 vivia perto de Yreka. Mas o mais provável é que os índios se tenham chamado assim para honrar a montanha.

Com respeito à sua história, sabemos que em 1817, um explorador espanhol, Fray Narcisco Durán, foi o primeiro a avistar a montanha, à qual chamou “Jesus Maria”. Mas passados vários anos, em 1841, a expedição Wilkes rebaptizou-a como “Shasty Peak”, ao publicar a primeira ilustração que se conhece da Montanha Sagrada. Actualmente todos a conhecem como “Shasta”, nome com que figura nos mapas de Estados Unidos, desde 1850.

Já a visitei várias vezes. E passei muitas noites de camping no meio dos seus bosques, especialmente na área conhecida como “Sand Flat”, que também é escolhida pelos índios para as suas cerimónias e rituais. Posso garantir a verdade dos avistamentos OVNI que se apresentam ali e inclusivamente, da aparição de silhuetas muito brilhantes, figuras com forma humana que de repente aparecem no meio do nada e depois, simplesmente se desvanecem. A livraria esotérica, chamada “Soul Connection” fica ao pé da montanha, na povoação, num lugar de reunião dos visitantes que chegam a Shasta. Ali falam-se destes fenómenos, no meio de estantes de livros místicos, incenso e cristais de quartzo: o lugar perfeito para discutir sobre os seres de Shasta. Ainda que também devo dizer que muitas vezes essas conversas, que se fazem na povoação, se deslizam inevitavelmente, para uma interpretação mais “metafísica” do assunto.

Isso deve-se à influência importante do grupo “I AM” (Eu Sou). Para eles, as silhuetas brancas que se vêem em Shasta correspondem aos Mestres Ascendidos. O mais provável é que essas projecções de energia se encontrem interligadas com as actividades da Fraternidade Branca, mas o assunto dos Mestres Ascendidos e Shasta como residência do Conde Saint Germain é outra coisa. Não estou em posição de questionar nada, mas chamou-me a atenção o variado das informações que podemos recolher ali. Por exemplo: para a sensitiva canadiense Aurelia Louise Jones, Shasta esconde a cidade interior de Telos, cujo principal interlocutor é o Mestre Adama que ela própria canaliza.

Não obstante, para outros, Telos é uma base extraterrestre camuflada sob o vulcão. A isto há que acrescentar a versão dos lemurianos e a interpretação metafísica do grupo Eu Sou, que explica a sua origem num suposto encontro de Mr. Guy W. Ballard com o misterioso Saint Germain na montanha em 1930. Que há de real em tudo isto? Talvez estamos perante um fenómeno que tem sido interpretado de muitas formas diferentes, o talvez haja algo de verdade em tudo o que se conta.

Os homens de branco de Shasta são seres imateriais, “Mestres Ascendidos”? Ou trata-se de uma Humanidade Intraterrestre?

Em Shasta acredita-se que os habitantes da montanha ofereceram a sua ajuda à Cruz Vermelha norte americana, durante a guerra de 1914-1918. Também diz-se que no seculo XIX compraram mercadorias nas povoações locais e pagaram com pepitas de ouro (?). Quer dizer, existem mil e uma histórias difíceis de provar.

Seja como for, os fenómenos de Shasta, na sua essência, são reais, como os avistamentos de OVNIs ou os resplendores sobre a montanha. Que tipo de força pode gerar semelhantes mantos de luz? Muitas pessoas sugerem que o centro de poder de Shasta, a própria energia telúrica que jaz ali encerrada desde os seus remotos tempos de vulcão activo, são os “clarões” que as pessoas vêem aparecer sobre o cume. No entanto, apesar de que é considerado um vulcão adormecido, eventualmente, da sua cratera, brota uma pequena nuvem de fumo.

Temos um caso curioso sobre este tema.

Em Abril de 1972, James Hadauk, Irwing Lescer e William Schoner, estudantes de geologia da Univerdade de Berkeley (Califórnia), subiram ao cume da montanha e comprovaram que a cratera não apresentava nenhum sinal de actividade. Quer dizer, naqueles anos, não se reportavam nuvens de fumo ou sismos que fizessem suspeitar de um despertar do vulcão. Mas a aventura dos universitários não ficou por aí. Enquanto descansavam na cratera depois da viagem de investigação, pouco antes de descer da montanha, os rapazes observaram com os binóculos, cinco homens brancos, muito altos, de abundantes cabeleiras onduladas, que caminhavam até desaparecer de repente por detrás de uma rocha situada ao pé do vulcão adormecido… Quem eram aqueles homens de branco? Os estudantes de Geologia ficaram impressionados e contaram a sua história no seu regresso o que provocou apenas desconfiança.

A tudo isto temos de acrescentar as declarações do professor Edgar Lucin Larkin, antigo director do Observatório do Monte Lowe, em Califórnia meridional, que munido de um potente telescópio, distinguiu no alto da montanha uma “cúpula resplandecente, rodeada de construções”. O astrónomo defendeu, durante toda a sua vida, o que viu sobre Shasta, publicando inclusivamente, grandes artigos no “San Francisco Examiner”. Mas para muitas pessoas é “impossível” a existência das edificações de Larkin: o lugar foi vasculhado por mais de um aventureiro, mapeado e fotografado pela Força Aérea sem encontrar nada raro, oficialmente. Não obstante, a experiência de Larkin coincide muito com a de muitas outras testemunhas. Viram algo que, em determinado momento, pode ser “revelado”: um “templo etéreo”.

As Cidades de Luz

No mundo esotérico fala-se da existência de planos e dimensões múltiplos. Este é um tema que actualmente está a ser estudado pela física quântica. Mas uma coisa é falar de partículas e ondas e outra muito distinta é falar de entidades e cidades de energia.

Diz-se que alguns Mestres, devido à sua elevação espiritual e nível de consciência, não morrem, apenas ascendem, transformando-se em seres de energia que se podem manifestar e comunicar no nosso plano físico. Isso foi o que sucedeu com Jesus. O Mestre da Galileia “ascendeu” no sentido que lhe dão os metafísicos actuais. E isso pode ocorrer não só com um individuo, mas também com uma cidade que é mutada para outra realidade devido à vibração dos seus habitantes.

Supostamente isso é o que sucede com Shasta e outros centros de poder em todo o mundo, como ERKS na Argentina, um refúgio nas serras de” Capilla del Monte” que só pode ser “visto” em determinadas ocasiões como um reflexo da cidade subterrânea que jaz oculta sob o “Valle de los Terrones” e o actualmente mítico cerro Uritorco. Como o Monte Shasta, ERKS também tem sido palco dos mesmos fenómenos, como avistamentos de OVNIs e encontros próximos com esses fugidios “homens de Branco”.

Então as construções que o professor Lucin Larkin viu sobre o cume de Shasta foram uma “projecção” da cidade intraterrestre?, não posso afirmá-lo, mas é possível. À margem da realidade física que que o mundo subterrâneo esgrime, existem fenómenos interligados com o “interdimensional”, como vimos em Hayumarca no Titicaca.
Como disse, não posso garantir nada sobre os Mestres ascendidos, porque a nossa experiência de contacto com os intraterrestres tem sido diferente. Mas temos recebido notícias sobre essa instalação subterrânea que jaz no coração da montanha desde tempos remotos. Assim que, aparte a interpretação de Shasta como uma cidade ascendida, talvez se trate de uma projecção holográfica da base que os intraterrestres possuem.

O mais próximo que nos tocou experimentar com seres não físicos em Shasta foi a aparição de uma mulher de Luz que, pensamos, deve ser a regente da montanha. É conhecida por vários nomes, mas a aparência é quase a mesma: uma jovem de cabelos louros, compridos e lisos, pele branca e olhar doce. Habitualmente vestida de “luz branca”, como se fosse uma túnica brilhante. Quem é ela? E quem são, os seres de Shasta?

Encontrar-nos-emos, novamente, frente a frente com o fantasma dos mundos perdidos. A Ordem Rosacruz AMORC de Califórnia, publicou um livro sobre Lemúria e a sua ligação com o Monte Shasta. Descontando a confusão que existe, habitualmente, entre Lemúria e Mu, o certo é que a origem dos fugidios habitantes subterrâneos de Shasta encontrar-se-ia nas terras, actualmente, submersas no oceano Pacifico.

As lendas dos índios Hopi falam abertamente de Kasskara, esse mundo perdido no mar e que recorda de maneira suspeita, a história de Mu. A interligação desta civilização pré-histórica, com o enigma do Monte Shasta é inquietante.

De acordo com os Hopi, os sobreviventes da submersão de Kasskara, foram trasladados a América em “Escudos Voadores” e “Pássaros de Fogo” por deuses cósmicos chamados Katchinas, denominação que se pode traduzir como “venerável juiz e sábio”. Este dado é surpreendente já que os próprios Hopi, actualmente, estáveis numa Reserva Indígena do Arizona, consideram Shasta como um dos lugares onde “aterrizam” os pássaros de fogo com os sobreviventes… Como se fosse pouco, o seu relato também indica outros lugares específicos onde descenderam os Katchinas, como o caso de uma terra chamada “Tautoma”.

Na opinião do grande investigador espanhol já desaparecido, Andreas Faber-Kaiser, o nome sugere a milenária Tiahuanaco, em Bolívia. Uma vez mais, encontramos um ponto de ligação entre o Monte Shasta e o Lago Titicaca. Graças a Josef F. Blumrich, o engenheiro da NASA, que reconstruiu o esquema da nave que o profeta Ezequiel viu e descreveu nos textos bíblicos, conhecemos muito destas lendas, que o cientista norte- americano recopilou no seu momento, de boca do próprio líder Hopi “White Bear” (Urso Branco) em 50 horas de conversas registadas no seu gravador. Quando nos encontramos perante essas histórias fascinantes, não podemos evitar a pergunta de rigor: quem eram os Katchinas? Porque será que os Hopi afirmam que esses deuses vinham das Pléiades? Será que uma civilização extraterrestre ajudou os habitantes de Kasskara no seu êxodo até Shasta? Segundo Blumrich, os Katchinas eram seres físicos que necessitaram naves para se deslocarem. Não se trata da figura etérea de um “deus”, mas sim de cosmonautas.

Acima: Petroglifos Hopi que mostram os Katchinas.

Pois bem, os sobreviventes de Kasskara-Mu, ajudados por esses seres das Pleiades chamados Katchinas, tinham-se refugiado nas entranhas da montanha branca para depositar nela os Anais Históricos da sua civilização, como tem sido a constante noutros pontos do mundo, perante eventos semelhantes. Quer dizer, Shasta seria uma abóbada subterrânea imensa com arquivos e relíquias antiquíssimos de Mu e possivelmente de outras civilizações perdidas.

Investigando um pouco estas informações, encontrei o relato de um estranho descobrimento ocorrido em Shasta. Um facto que poderia estar ligado à história Hopi. Em 1904, o geólogo J. C. Brown, da Lord Cowdray Mining Company de Londres, encontrou um túnel que penetrava no vulcão apagado. Sem pensar muito, intrigado, entrou nele. Quando já tinha percorrido mais ou menos 5 Km dentro do túnel, encontrou evidências de exploração de cobre e ouro, que segundo o geólogo não tinham nada a ver com a actividade recente de mineração. Parecia ser um trabalho muito antigo. Examinou esse sector e depois continuou pelo túnel que o levou em pouco tempo a uma galeria, cheia de objectos metálicos. Brown observou ali estátuas de ouro e um disco brilhante de cor dourada. O disco de Monte Shasta? Imediatamente depois encontrou umas placas que também pareciam feitas de ouro e que mostravam símbolos similares aos da escritura egípcia. Mas isso não foi tudo. Brown também encontrou 27 esqueletos.

O mais extraordinário é que alguns deles chegavam a medir mais de três metros! Segundo Brown, dois desses “gigantes” estavam mumificados. Não esqueçamos que anos atrás exactamente em 1931 o Dr. M. Doreal afirmou ter acedido a esses corredores secretos, ainda que só tenha visto as estruturas, que no seu parecer eram de aparência Maia. Apesar de que o estudo de J.C. Brown estendeu-se por mais de 30 anos os investigadores de Shasta costumam duvidar do seu descobrimento. E a culpa é do próprio Brown, pois negou-se a guiar uma expedição às profundidades de Shasta, para mostrar a sua Galeria dos Registos.

Esta cena é muito semelhante à que Juan Moricz enfrentou 30 anos mais tarde quando encontrou a “Cueva de los Tayos”. Assim como Brown em Shasta, Moricz encontrou na “Cueva del Ecuador” uma biblioteca metálica e vestígios de uma raça desconhecida de gigantes. Não pode ser casualidade…ademais a mensagem dos símbolos ou ideogramas que se podem encontrar nas rochas próximas a estes lugares é suspeitosa…em quase todos estes centros de poder encontraram-se esses “sinais”.

Por exemplo, perto de Shasta, na área de Castle Crags, podem ver-se uns curiosos petróglifos que contêm ideogramas muito semelhantes aos encontrados em Pusharo (Paititi, Peru) e a pedra de Chiviasa e da Esperança (Cueva de los Tayos, Ecuador). Os petróglifos têm uma mensagem secreta que permite ao iniciado penetrar no mundo interno, como talvez ocorreu com Fawcett e a sua estatueta de basalto que se “perdeu” com ele na Selva do Roncador. Quer dizer, não é um mapa da superfície o que se necessita, mas sim dos labirintos subterrâneos, propositadamente construídos de forma confusa para cortar o entusiasmo aos profanos. Não é por acaso, que perto de um Retiro Interior a Fraternidade Branca sempre deixa “Pistas” nas paredes de rocha para os que as saibam decifrar.

Os “Pequenos Homens” de Shasta

Nas minhas primeiras viagens a Shasta escutei o rumor sobre uns pequenos seres que eventualmente se deixavam ver. As pessoas do lugar chamavam-nos os “Koening”, termo criado por uma das suas principais testemunhas: Marianne Sharpe, uma física da cidade de Costa Mesa, Califórnia. Honestamente, não lhe dei maior importância, ao princípio. Havia tantas histórias sobre Shasta que pensei que esses supostos seres pequenos faziam parte do folclore esotérico que tomou a montanha por assalto. “O que é que faltava?”: perguntava a mim próprio. Agora também há gnomos em Shasta!”

A experiência de Sharpe e a aparição dessas pequenas criaturas, escapou-se-me das mãos. Também a história que se narra no “The Siskiyou Pionner”, assinada por Alex J. Rosborough, onde se cita o testemunho anónimo de um homem que no melhor estilo de Brown e Doreal, encontra uma caverna em Shasta onde é recebido por um grupo de “homenzinhos” que lhe entregam uma pedra mágica. Sharpe também mencionava umas pedras de cor verde brilhante que se encontram no mundo subterrâneo e que os Koening podem extrair.

Esta história tem alguma ligação com a lenda de Hayumarca ou a pedra verde que Alcir mostrava no seu capacete?


Em 1953, Umberto V. Orsi escreveu na Fate Magazine sobre uns círculos de pedra perto de Shasta que também foram palco da aparição desses seres pequenos. O lugar é conhecido como “Siskiyou Stone Circles”, uma caprichosa formação geológica para os incrédulos e um suposto vórtice que interliga com outra realidade para os místicos. Seja como for, um dos lugares preferidos pelos seres pequenos de Shasta que no dizer dos nativos americanos, são os guardiões dos túneis. Ao princípio quando duvidei destas histórias, nunca imaginei que veria com os meus olhos, essas criaturas bondosas do mundo subterrâneo. Isso sucedeu na” Cueva de los Tayos”. Ali comecei a compreender o transcendental rol desses seres no grande rompe cabeças intraterrestre que une a história da pedra verde dos Andes, com a origem dos discos solares.

Mas disso, falarei noutro momento.

Por agora, Shasta é um dos lugares chave para compreender a nossa História cósmica e acariciar a recordação dessas civilizações perdidas, que incomodam mais de um arqueólogo.


Tradução: Lúcia

2 comments:

  1. Já que esta postagem cita Shasta, Erks e a Cueva de Los Tayos, existe farto material sobre estes locais, oq são, oq representam, incluindo suas ligações com os retiros e mundos intraterrenos e centros planetários na obra do irmão Trigueirinho na Comunidade Figueira. É só pesquisar no Google e acharão informações mais detalhadas. Paz & Bem!

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  2. Já que esta postagem cita Shasta, Erks e a Cueva de Los Tayos, existe farto material sobre estes locais, oq são, oq representam, incluindo suas ligações com os retiros e mundos intraterrenos e centros planetários na obra do irmão Trigueirinho na Comunidade Figueira. É só pesquisar no Google e acharão informações mais detalhadas. Paz & Bem!

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No primeiro dia de Junho, depois de terem mandado lixar a troika, algumas dezenas de estudantes turcos a residir em Portugal juntaram-se na Avenida dos Aliados, no Porto, para apoiar os compatriotas. Dezenas de milhares de turcos têm protestado, ao longo da última semana, em Ancara e Istambul, contra o Governo de Recep Taiyyip Erdogan. Em causa está não só a decisão de construção um centro comercial no parque Gezi, mas também (ou sobretudo) um enorme descontentamento com a política de Erdogan, marcada pelo conservadorismo e pelo entusiasmo por grandes obras públicas consideradas fracturantes. O P3 quis ouvir jovens que conhecem a realidade turca e perceber qual é a perspectiva que têm sobre o conflito. Ideologias à parte, no final, a mensagem foi só uma: o povo está unido contra a violência e pela democracia.

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