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Sunday, May 29, 2016

Os Anjos por Ann Albers – Amem-se como gostariam que os outros vos amassem 14-05-2016


Os Anjos por Ann Albers 
Amem-se como gostariam que os outros vos amassem
14-05-2016


Meus queridos amigos,  amamos-vos muitíssimo.

No vosso planeta existe a ideia errada de que o amor dói. O amor nunca dói, meus queridos. O amor cura, transforma, eleva. O amor faz-vos sentir o ser mais belo e maravilhoso que podeis ser e liga-vos com a vossa essência.  

Então, porque será que no vosso planeta é tão difícil amar e porque será que muitos devem sofrer em nome do amor?
Escutamos essa pergunta muitas vezes e a resposta está enraizada num profundo mal-entendido sobre a natureza do amor.

A Humanidade acredita que o Amor é algo que se “faz” e enquanto celebramos expressões de amor, sabemos que este é um estado de Ser/Existir.

A Humanidade ensinou-vos que o Amor é algo que se “conquista”. Contudo sabemos que o amor já está aqui para todos vós, a viver dentro de vós, a cada momento de cada dia. É a própria essência da criação, disponível para todos sem condições. Todos sois merecedores de amor.

A Humanidade acredita que o Amor é algo que requer reciprocidade. Aqui nos céus, amamos livremente sem pensar se somos amados ou não. Sabemos que o amor é a energia que vive e respira no nosso interior e não necessita nada em troca. O amor é a nossa natureza e também é a vossa. Quando amamos, sentimo-nos bem. Quando retemos o amor, magoamo-nos.
O amor é o estado do ser no qual a luz dentro de vós, vê e reconhece a luz dentro do outro.
Agora queridos amigos, o que é que crêem que podem fazer, para viver desta forma na vossa Terra? Sabemos que por trás de qualquer dor ou mágoa, o que realmente desejam é amar. Desejam experimentar a vossa própria luz e a bondade no vosso interior. Na vossa verdade mais profunda, querem ver e apreciar a luz e a bondade no interior dos outros.

Porém também querem sentir-se bem e se não trabalharem para se amar a si mesmos e se concederem uma vida que apoie a vossa alegria, irão procurar o amor no mundo exterior e apaixonar-se por alguém ou algo que vos faça sentir bem.

Bem, não tem nada de mau apaixonar-se. É humano e continua a ser uma forma de amor. Contudo, quando idolatram ídolos falsos, quando oferecem o vosso poder a outra pessoa ou coisa, para ser felizes, estão também a conceder-lhes o poder para que vos retirem o que antes vos deram. Amam-vos quando os fazeis sentir-se bem e deixam de amar-vos, ou pior, odeiam-vos quando já não podeis fazê-lo. Isto, queridos amigos, é o que os seres humanos chamam amor, mas na realidade é uma pequena projecção do amor real, profundo e constante. Amor que está disponível para todos, exactamente aqui e agora em toda a criação.

Respirem fundo e perguntem: ”Será que me amo como sou realmente agora, ou digo a mim próprio que devo ganhar o meu amor, sendo mais lindo, inteligente, mais amável, astuto, etc.?”. Respirem fundo e aceitem-se e à vossa resposta com compaixão e sem condições. Estão a começar a viagem para o amor- próprio.

Interroguem-se: “Estou a tratar-me como gostaria de ser tratado por alguém que me amasse? Estou a cuidar-me, a manter a minha vida e a procurar estar alegre, interessado e feliz como estaria se tivesse alguém que me impressionasse? Mantenho-me como se fosse uma pessoa amada e adorada?
“Reservo tempo para ligar-me com o que considero uma força amorosa superior no Universo? Peço frequentemente, ajuda aos anjos e espero receber o seu amor?”.
“Disponho de tempo para escutar o meu coração e compreendo os seus anseios da mesma forma em que esperaria que um amante me escutasse? Alimento os meus sonhos da mesma forma em que desejaria que alguém mais o fizesse? Dou-me a mim mesmo o amor que procuro e espero que alguém me dê?

Estas perguntas são válidas para todas as pessoas, quer estejam numa relação ou não. Irão mostrar-vos as áreas da vossa vida nas quais podeis escolher amar-vos a vós próprios mais profundamente e portanto libertar-vos do cativeiro de esperar que outros vos dêem aquilo que vós não podeis. Existe um omnisciente, omnipotente e omnipresente Criador que vos quer ajudar. Há um Amor tão vasto e abrangente que nunca vos deixará sós. Os anjos esperam “com as suas asas abertas” para vos ajudar.

Em lugar de esperar que os outros vos amem como desejam, seja na imaginação como “o amor da vossa vida” ou o vosso cônjuge sentado na sala, tomem a decisão aqui e agora, de se tratarem a si próprios como se fossem esse grande amor da vossa vida. Em vez de esperar que a vida ou outras pessoas se comportem como desejam, busquem o bem aqui e agora. Aceitem o desafio de se amarem a si próprios e a vida tal como ela é e então, desde esse momento de aceitação, prometam a si próprios fazer do momento seguinte, o melhor.
Somente a partir dessa totalidade de Amor dentro de vós, ser-vos-á possível amar os outros verdadeiramente e aceitá-los como são.

Se aprenderem a cultivar a vossa própria alegria e o vosso bem-estar, então poderão aceitar os presentes dos outros quando alguém vos quiser dar, mas também poderão trazer amor desde o vosso interior quando ninguém o tenha para vos oferecer. Já não irão sentir a falta de amor porque ter-se-ão unido à Fonte eterna do Amor
Este Amor é um verdadeiro, profundo e real estado do ser no qual se permitem a si próprios e aos outros ser exactamente como são e simplesmente decidir se querem “bailar” ou não.

Queridos, o amor não magoa. O Amor aceita, confia. O Amor cura e transforma. O Amor é a vossa essência e a essência de que estão feitos e ninguém tem o poder de vo-lo tirar. Amem-se. Encham o vosso veículo. Só assim serão capazes de amar de verdade.

Nós amamos-vos sempre, sem condições ou expectativas. Experimentamos a nossa eterna e constante ligação com a Fonte do Amor e sem importar que nos amem ou nos odeiem, nós amamos-vos, simplesmente porque sabemos que essa é a nossa natureza e essa classe de amor é o que se sente bem todo o tempo.

Que Deus vos abençoe. Amamos-vos muitíssimo

Os Anjos.


Mensagem de Ann

Olá a todos.


Nunca esquecerei um momento nos meus trintas quando estava a soluçar e a falar com os meus anjos. “Amo-o, amo-o tanto que dói... sniff, sniff”.  “Isso não é amor”. Os anjos foram muito firmes comigo. Sentí-me ofendida. “Que querem dizer com isso?” Protestei. “Isso nao é amor. Isso é anseio” disseram. “O amor é lindo e sente-se lindo”. Tinham razão. Eu chorava, porque amava alguém, quando em realidade estava a obrigar essa pessoa a que me amasse também. Os anjos disseram-me que me afastasse dessa pessoa e trabalhasse em mim própria. Era um amor duro da sua parte, mas era amor. Eles viram a luz dentro de mim e não queriam que me torturasse procurando um substituto barato num outro que não poderia oferecê-lo.

E assim começou a minha exploração no amor- próprio, que na realidade é uma exploração na ligação linda e verdadeira que temos com o Divino a viver e respirar dentro de nós. Finalmente, passadas várias décadas, sei verdadeiramente, como amar. E não dói. Sente-se algo maravilhoso.

Há alguns dias senti o impulso de comentar numa série de comentários desagradáveis sobre um vídeo do YouTube. Gentil mas firmemente recordei-lhes que o único que importa é ser amoroso e amável, não ter a razão. Um senhor zangado respondeu ao meu comentário dizendo: “fecha a tua estúpida $%!!*&.” Não repetirei a palavra. Foi muito vulgar. Só senti compaixão por esse homem. Só uma alma ferida poderia ter tamanho ataque infantil e lamentável. Escrevi: “Obrigada e que Deus o abençoe”. Disse-o a sério. Não aceitei dor na minha alma. Enviei-lhe amor. “Obrigada por mostrar-me que necessita amor. Deus o abençoe”. Ele não soube o que fazer. Mudou a sua energia. Senti-o. Voltou a escrever com mais amabilidade e inclusivamente com um pouco de humor.

Quanto mais entro nas realidades místicas, menos quero fazer outra coisa que não seja deixar que o amor flua através de mim. Reter o amor, dói. Dói esperar ou ansiar que outros nos amem em troca, se eles não o fazem. Sente-se maravilhosamente bem quando criamos amor na nossa vida diária para nós e para os outros. Sente-se maravilhosamente aceitar a vida como ela é e a nós próprios também e tomar as nossas decisões baseadas nessa realidade livre. Encho o meu próprio veículo a fazer coisas simples que desfruto cada dia. Partilho quando me sinto plena, porque se sente bem. Mantenho a minha mão erguida sem importar se isso lhes agrada ou desagrada aos outros. Como disse, Rachel Ray a famosa cozinheira, uma vez quando um repórter lhe perguntou o que pensava sobre um “sítio de ódio” dedicado a incomodá-la: “Todos têm direito às suas próprias opiniões”. Quanto menos aferrados estamos às opiniões dos outros sobre nós, e quanto mais verdadeiros somos com os nossos corações, mais felizes seremos.

Já não assimilo ou sinto a necessidade de mudar ou inclusivamente de manter-me próxima a comportamentos sem amor. Posso amar uma pessoa e não gostar do seu comportamento. Posso amar alguém com quem já não quero ter mais relação. Amo a luz dentro do seu ser, respeitando o seu direito a agir como sempre o faz, enquanto respeito também o meu desejo de passar algum tempo só com aqueles que elevam a minha alma. É um acto de equilíbrio. Passei muitos anos a trabalhar com anjos antes de me convencer de que honrar o meu coração poderia ser amoroso ainda que isso significasse que alguém não gostasse da minha escolha. Levou-me tempo acreditar de verdade que quando nos amamos e nos honramos, todos crescem. Servimos as almas não os egos.
O amor não dói, mas se nos expomos aos comportamentos não-amorosos dos outros e deixamos que se reflictam em nós, esses são os que doem.

Mesmo quando as pessoas não podem amar-me como eu desejo ou agem como eu gostaria, esta luz que tenho, trabalhou para encontrar-se dentro de mi, surgiu e ajudou-me a ver a sua inocência e a sua necessidade de escutar o coração. Esta luz celebra o crescimento e a expansão. Conforta-me quando não consigo comportamentos afins aos meus.

Há uma frase muito citada da Madre Teresa: “Encontrei o paradoxo de que se amo ao ponto de que me doa, talvez já não haja mais dor, só mais amor”. O nosso desafio na vida é crescer através das formas menos evoluídas do amor humano, ansiando, esperando, etc., até uma forma mais profunda de amor – uma que apenas queira honrar a luz dentro de nós e dos outros. Este amor eleva o nosso espírito. Este amor sente-se como se deixássemos a água pura correr através das nossas almas. Faz-nos sentir como se o melhor do nosso ser nos enchesse de alegria e não necessitasse nada em troca. Com palavras de Thomas Merton, este amor “é a sua própria recompensa”.

Que tenham uma linda e abençoada semana. Amo-vos. Há uma linda luz que vive dentro de todos vós.

Ann

@Ann Albers. Todos os direitos reservados.



Tradutora: Lúcia

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No primeiro dia de Junho, depois de terem mandado lixar a troika, algumas dezenas de estudantes turcos a residir em Portugal juntaram-se na Avenida dos Aliados, no Porto, para apoiar os compatriotas. Dezenas de milhares de turcos têm protestado, ao longo da última semana, em Ancara e Istambul, contra o Governo de Recep Taiyyip Erdogan. Em causa está não só a decisão de construção um centro comercial no parque Gezi, mas também (ou sobretudo) um enorme descontentamento com a política de Erdogan, marcada pelo conservadorismo e pelo entusiasmo por grandes obras públicas consideradas fracturantes. O P3 quis ouvir jovens que conhecem a realidade turca e perceber qual é a perspectiva que têm sobre o conflito. Ideologias à parte, no final, a mensagem foi só uma: o povo está unido contra a violência e pela democracia.

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